terça-feira, 14 de janeiro de 2014

A importância do jogo / brincadeira no desenvolvimento da criança

A importância do jogo / brincadeira no desenvolvimento da criança

«O jogo para a criança é o exercício, a preparação para a vida adulta. A criança aprende brincando, é o exercício que a faz desenvolver as suas potencialidades e habilidades (…) incorpora valores, conceitos, conteúdos, trabalha a ansiedade, revê os limites, (…) desenvolve a autonomia, a criatividade, aprimora a coordenação motora, desenvolve a organização espacial , melhora o controle, amplia o raciocínio lógico, aumenta a atenção e concentração, ensina a ganhar e a perder.» (Lopes : 2000)

O jogo foi uma das atividades culturais consideradas importante para o desenvolvimento da criança.
            Esta atividade trás várias vantagens para o processo de crescimento da criança, nomeadamente: o desenvolvimento da imaginação, o desenvolvimento de competências sociais e de comunicação, e contribui também, para o desenvolvimento da auto-regulação.
            Através do jogo a criança tem a capacidade de representar a realidade. Este processo é sobretudo um processo de imitação e imaginação.
            No ato de brincadeira a criança apercebe-se das regras, cria as suas próprias regras e ganha a noção do ter de as cumprir. Se toda a brincadeira tem regras então através desta atividade as crianças aprende a utilizá-las.
            No jogo simbólico o adulto serve muitas vezes como modelo, exemplo disso são as brincadeiras: dos pais e mães, de professor aluno, entre outras. O jogo faz de conta é assim o mais adequado para as crianças muito impulsivas, primeiro porque aprendem a trabalhar em grupo constituindo uma situação imaginária, segundo porque assumem vários papeis, distanciando-se do outro e percebendo-o, terceiro porque usam adereços, linguagens e gestos simbólicos, que fomentam a imaginação e criatividade.

            O jogo torna-se assim importante pois é um meio privilegiado de desenvolvimento psicossocial. No qual o a criança a partir de situações recriadas ou imaginárias desenvolve o seu comportamento físico, social e cognitivo.

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